Idéias avulsas sobre assuntos variados!

Team-Work! Trabalhando em equipe

Olá!

Como todo bom programador sempre pensei ser o centro do universo e que só precisava de uma pessoa na minha equipe: EU.

So começar trabalhos mais sérios e profissionais passei a mudar essa concepção e a notar que uma equipe é essencial em qualquer tipo de projeto, acho que podemos ir além dizendo que uma equipe bem formada e estruturada pode ser a grande diferença no resultado final.

Nas linhas a seguir vou (tentar) traçar um perfil de cada tipo de membro que uma equipe pode ter e em seguida minha opnião em como cada membro pode interferir no projeto e mostrar como acho que uma equipe deve ser formada:

  • Gênio - dispensa comentários, é a pessoa que usa sua criatividade para solucionar os problemas encontrados seja um pequeno ou um grande, na maoria dos casos eles vem acompanhado de uma grande preguiça quando a tarefa não lhe interessa ou não lhe desafia (mas nunca vai reclamar de uma tarefa passada);
  • Gênio “Indomável” - tem a mesma descrição do Gênio, o único problema é que ele sabe disso. Vai reclamar muito das tarefa “não desafiadoras” entretando é capaz de resolver problemas de uma magnitude maior (desafios) em um piscar de olhos;
  • “Relógio” ou “Máquina de Escrever” - é aquele que não vai lhe propor soluções para problemas de nível conceitual alto, mas uma vez que mostrada a solução poucos vão implanta-la como ele. Sempre cumpre seus prazos e dificilmente vai reclamar de suas tarefas;
  • Meio a Meio - como o próprio nome diz é uma mistura de Gênio com o Relógio, está sempre disposto a ajudar não importa com qual tarefa, mas nem sempre vai conseguir solucionar problemas com a facilidade e eficiência do Gênio;
  • Vagabundo - outro que dispensa descrição, não trabalha, não faz avsolutamente nada, pode ter sido contratado por ser amigo/parente de um superior assim como pode ter se dado bem no processo seletivo, em empresas sérias não costuma durar (não espere isso caso este seja funcionário público);
  • Vagabundo “Espião” - é o nome dado (por mim) aquele que se passa por “bom moço” mas na verdade se encaixa perfeitamente no perfil do Vagabundo, normalmente causa a demissão de um outro membro saudável da equipe para “tirar o seu da reta”, já que seus superiores, na maioria dos casos, são os últimos a descobrir sua verdadeira natureza;

Espero que os perfis tenham ajudado!

Já para montar uma equipe, na minha concepção, é preciso poucos Gênios, um número médio de Meio a Meios e muitos Relógios.

Explico porque:

Poucos Gênios, pois pra eles só devem ser passados desafios que (em 99% dos projetos) não são tantos, dessa maneira você mantém eles sempre com tarefas que vão resolver facilmente como poucos outros fariam e nunca parados ou com uma tarefa que não seja um desafio.

Já os Meio a Meios devem estar em maior quantidade pois esses podem ser ótimos coringas para diversas situações ou tarefas, resolvendo a grande maioria delas e repassando as que já tem uma solução conhecida.

E por último os Relógios, esse você deve ter em grande quantidade já que são eles que vão fazer a base do seu projeto, são eles normalmente vão resolver todos os problemas (uma vez que a solução já existir) de maneira rápida e no tempo requisitado, e dessa maneira são eles que normalmente mantém o projeto no prazo.

Claro, qualquer tipo de Vagabundo deve ser evitado, por isso um gerente d eprojeto deve tomar muito cuidado com sua equipe e com cada membro dela, lembre-se: um mebro pode acabar prejudicando fatalmente um projeto, por isso cuidado!

Acho que é isso, pelo menos foi isso que eu consegui extrair das minhas experências, temos outros perfis também mas que não vieram a minha caça ou eu não achei de importância suficiente.

E vocês o que acham disso ?
Tem alguma maneira melhor ?

Fique a vontade… Comente se quiser…

10 Responses to “Team-Work! Trabalhando em equipe”

  1. Lucas Castro said:

    Faltou você comentar em qual perfil você se encaixa.

    Eu não me encaixo no relógio.

  2. Renato said:

    Eu ainda sou programador no início de sua atividade, ainda não sei em qual perfil me encaixarei, mas é legal já ter algo em mente.

  3. HRangel said:

    Vou ter que convencer meu chefe a comentar e falar em qual perfil me encaixo.

    É dificil julgar voce mesmo!!

  4. Lucas Castro said:

    Que nada, se julgar é fácil.

    Difícil é “as outras pessoas confiarem no seu auto-julgamento”

    haha

  5. HRangel said:

    É verdade!!
    Quem sabe em outro post eu coloco em que perfil acho q me encaixo

  6. Karlisson said:

    Acho que faço parte da tribo dos Meio-a-meio.

  7. HRangel said:

    Essa é a tribo que mais costuma subir na empresa, a dos meio a meio, por que é nromalmente uma pessoa de perfil “meio a meio” que sobe de cargo, já que ela é (como o próprio nome diz) a mais equilibrada.

  8. Raquel G. Silva said:

    São várias as analogias sobre componentes de uma equipe, e analisar cada papel e o peso que cada um desses pode representar não me parece tarefa fácil.Entretando, posso afirmar que independentemente da caricatura que cada perfil possa vir a ter, o que mais importa é entender que todos podem contribuir, cada ser humano não finda-se em uma única faceta. Ninguém é só uma coisa ou outra, seria muita ingenuidade em afirmar que somos isso ou aquilo e pronto. Todos tem lados vagabundos, relógios, meio… ou qualquer outro signo que lhe venham atribuir. No meu entendimento o senso de equipe requer saber conviver com as diferenças e saber utilizá-as em prol do desenvolvimento tanto individual quanto do grupo.

  9. HRangel said:

    Raquel, ando meio sem tempo para responder e postar no blog, mas gostei tanto do seu cometário que me senti obrigado a responder

    Minhas experiências profissionais recentes me mostraram que as vezes até um considerado “relógio” pode ser a peça mais fundamental da empresa, por qualidades como senso de humor, liderança, entre outras, realmente o mais difícil da tarefa de uma equipe é conseguir extrair o que cada um tem de melhor de maneira que traga qualidade e acrescente a equipe.

    Espero que tenho gostado do Blog, Abs

  10. Raquel G. Silva said:

    Chefes, não líderes! No artigo no qual sua dissertação refere-se a falta de respeito, a chamada de atenção para o aspecto profissional, penso que a filosofia instituida no movimento da revolução industrial cujo foco foi individualismo e fragmentação, hierarquização mantém-se muito atual. Hoje nas organizações conservadoras, as várias mentes que ao ocupam cargos de pouca ou muita relevância não se adequaram a evolução natural dos processos de gestão. Ainda, ouvimos a máxima: “manda quem pode e obedece quem tem juízo”, tirania? Pode ser… Acredito que mais do que isso, falta de visão e perspectiva de desenvolimento pessoal. E, em detrimento dessas dificuldades os “tais chefes” não podem suportar a ascenção do outro. Pode se pensar, inveja? Não, baixa estima mesmo, neurose, que retrata muito da história pregressa desse indivíduo. O que na minha opinião falta para muitas chefias é se perceberem como líderes educadores, se o seu par, colaborador, funcionário, ou qualquer outra nomenclatura, for melhor que o próprio chefe, o sentimento de nobreza deveria se sobrepor as emoções mais primitivas, ainda que essas também sejam necessárias, porém no ambiente de trabalho o Valor do indivíduo, dos resultados devem ser imperativos. Todo mestre quer que sua obra se perpetue ou seja lembrada. Como será que esse chefe estilo “carteirada” vai ser lembrado?

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